Tendo em conta que este é um blog sobre tudo e coisa nenhuma, começo por explicar o que pretendo fazer.
Diariamente nos deparamos com situações que não têm real interesse, mas que por vezes despoletam pensamentos e raciocinios, mais ou menos lógicos. É o que me acontece sempre que acordo, por vezes dou comigo a pensar sobre assuntos que, fosse eu uma pessoa saudável do intelecto não hesitaria a deixá-los de lado, pois ocupam em demasia o cérebro (que já não é grande coisa).
A titulo de exemplo: ontem, ía eu a caminho de casa (a melhor altura do dia), no combóio e começo a observar o pessoal que estava à espera na estação (para o caso, da Reboleira). Vi um senhor, de fato de treino verde alface, encostado ao gradeamento da escada e logo concluí que se tratava de um arrumador de automóveis, no final do seu dia de trabalho. Na altura nem a quantidade de anéis e fios em ouro me demoveu dessa ideia absurda (absurda porque, depois de reflectir bastante, mesmo bastante, cheguei à conclusão que os arrumadores de automóveis podem muito bem trabalhar perto de casa, não me parece, agora, que tenham necessidade de se delocar de combóio até ao estacionamento da freguesia ao lado...).
A lição: não devemos catalogar as pessoas. Cada um é igual a si próprio e gostos não se discutem. No caso relatado, tanto quanto sei, o senhor podia ir a uma festa importante e para ele o seu melhor fato era aquele. Os melhores acessórios eram aqueles e diferente não quer dizer melhor nem pior...
Beijinhos
Diariamente nos deparamos com situações que não têm real interesse, mas que por vezes despoletam pensamentos e raciocinios, mais ou menos lógicos. É o que me acontece sempre que acordo, por vezes dou comigo a pensar sobre assuntos que, fosse eu uma pessoa saudável do intelecto não hesitaria a deixá-los de lado, pois ocupam em demasia o cérebro (que já não é grande coisa).
A titulo de exemplo: ontem, ía eu a caminho de casa (a melhor altura do dia), no combóio e começo a observar o pessoal que estava à espera na estação (para o caso, da Reboleira). Vi um senhor, de fato de treino verde alface, encostado ao gradeamento da escada e logo concluí que se tratava de um arrumador de automóveis, no final do seu dia de trabalho. Na altura nem a quantidade de anéis e fios em ouro me demoveu dessa ideia absurda (absurda porque, depois de reflectir bastante, mesmo bastante, cheguei à conclusão que os arrumadores de automóveis podem muito bem trabalhar perto de casa, não me parece, agora, que tenham necessidade de se delocar de combóio até ao estacionamento da freguesia ao lado...).
A lição: não devemos catalogar as pessoas. Cada um é igual a si próprio e gostos não se discutem. No caso relatado, tanto quanto sei, o senhor podia ir a uma festa importante e para ele o seu melhor fato era aquele. Os melhores acessórios eram aqueles e diferente não quer dizer melhor nem pior...
Beijinhos
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